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much. Chats: entrevista com Aurore Le Tumelin

28 de março de 2024

Queremos levá-lo aos bastidores e apresentar-lhe todos os rostos simpáticos e mentes brilhantes da much. Consulting. Como não há melhor forma de o fazer do que através das suas próprias palavras, preparámos uma série de entrevistas com os membros da nossa equipa para conhecer um pouco o que pensam sobre o trabalho em geral e sobre trabalhar na much. em particular. 

Hoje passámos o microfone à Aurore Le Tumelin, que se juntou ao nosso escritório de Lisboa como consultora de soluções sénior em 2023! Desde o primeiro dia, a Aurore tem contribuído com o seu vasto conhecimento e experiência e tornou-se uma referência no escritório pela palavra alegre e pela boa energia (em 4 línguas diferentes!)

Sentámo-nos para conversar sobre o seu percurso até agora, a sua visão da vida na much. e o conselho de carreira que realmente fez a diferença para ela. Eis o que a Aurore partilhou connosco:

Em criança, o que queria ser quando fosse grande?

«Desde que me lembro, sempre quis ter a minha própria empresa. Aliás, é bastante engraçado: quando tinha uns 10 anos, inventava pequenas empresas – era uma espécie de criança empreendedora, sempre muito orientada para os negócios.»


Como escolheu a consultoria de soluções?

«Nunca fui alguém que gostasse muito de trabalhar sozinha; trabalho melhor com outras pessoas, seja para ter ideias, aprender ou desafiar-me. Trabalhei em marketing e sempre quis experimentar vendas – na verdade, era algo que me assustava, cumprir objetivos. Mas sempre achei que seria algo de que ia gostar.


No meu primeiro estágio, trabalhei numa empresa de telecomunicações e conheci as vendas de todos os ângulos: preparar propostas, trabalhar com os clientes em soluções inovadoras, fazer apresentações para clientes ou até estudos de mercado. Achei o ciclo de vendas nas telecomunicações um pouco lento. Mas quando passei para o setor da construção, achei mesmo entusiasmante trabalhar com vendas quase imediatas. Também adorava poder construir relações de longo prazo com os clientes.»


A Aurore faz parte da equipa da much. Portugal. Esta semana sentou-se connosco no nosso escritório de Lisboa, junto ao Marquês de Pombal, para uma pequena conversa.


Que desafios e sucessos enfrentou na sua carreira?

«Quando comecei no setor da construção, muitos clientes estavam relutantes em ter à sua frente – sejamos honestos – uma mulher jovem que ainda estava a aprender o mercado. Eram muito fechados, com uma mentalidade do género: não quero comprar mais nada, não vai conseguir ajudar-me. Consegui passar disso para relações mesmo muito boas com os clientes. Partilhavam abertamente o seu negócio e deixavam-me ajudá-los a crescer de forma saudável e sustentável. Chegar aí foi um desafio, mas também muito gratificante, porque se criou uma relação e uma confiança duradouras.»


Qual foi o melhor conselho de carreira que alguém lhe deu?

«Acho que aquilo que provavelmente me marcou muito mais com o tempo do que no momento em que foi dito… é algo que agora me vem muitas vezes à cabeça. Quando comecei a gerir uma equipa, a minha própria chefe disse-me algo logo no primeiro mês: gerir pessoas não é nenhum bicho de sete cabeças, só é preciso encontrar a chave de cada pessoa.


Adaptar-se às situações e à pessoa que temos à frente não é nada fácil. Naturalmente, há pessoas com quem nos ligamos mais facilmente do que com outras. Mas tudo se resume a ouvir a pessoa, seja alguém que gerimos, um colega ou até alguém acima de nós. Perceber como as pessoas trabalham, o que as motiva e, no fundo, quem são, acho que ajuda mesmo a construir boas relações e a facilitar o caminho.»


Qual é o melhor conselho de carreira que tem para dar?

«As pessoas vão sempre julgar-nos de fora, sobretudo as que não trabalham diretamente connosco e podem ter uma ideia errada do que fazemos. Mas quem sabe o que realmente estamos a fazer somos nós, a nossa equipa e a nossa chefia. Se estivermos alinhados com essas pessoas, está tudo bem.


Não deixe que os outros o deitem abaixo, não tenha medo de lhes fazer frente se for possível e acredite que está a fazer o que está certo – sobretudo quando a sua chefia confia em si e a sua equipa o apoia.»


​

Gerir pessoas não é nenhum bicho de sete cabeças: só é preciso encontrar a chave de cada pessoa.


O que mais a surpreendeu quando entrou na much.?

«A qualidade das pessoas. Fiquei mesmo impressionada com a quantidade de jovens e de talento que temos. E, sinceramente, independentemente da idade, não encontrei ninguém que sinta que não mereceu o seu lugar aqui, sobretudo em comparação com outras empresas… sim, estou impressionada.»


Qual dos valores da much. mais lhe diz?

«No BS. A principal razão é que trabalhei em grandes organizações no passado e havia muitas pequenas coisas que se perdiam na política interna. Sou ambiciosa – quero sentir que estou a progredir na carreira. Mas, ao mesmo tempo, detesto política. Por isso, para mim, o pragmatismo e a frontalidade são o mais importante.»


Tem algum mentor ou modelo que lhe sirva de referência?

«Algumas antigas chefias… uma em particular, que está agora num cargo de direção em Vendas e Marketing. Para mim, é mesmo um modelo, no sentido em que é muito independente em todos os aspetos da vida. Comprou casa muito nova, cria sozinha a filha adolescente, dirige um departamento numa multinacional, é muito determinada, não tolera disparates, não deixa que ninguém a deite abaixo e luta pelas suas causas. Para mim, é mais ou menos onde quero estar a certa altura da minha vida.»


Por fim, se pudesse voltar atrás e falar com a Aurore que tinha acabado de começar a carreira, o que lhe diria?

«Gostava de ter sido mais assertiva em algumas situações – sobretudo perante comentários que não tinham necessariamente a ver com o trabalho; teria posto as pessoas no seu lugar. E também mais assertiva, quando necessário, a contestar ou a questionar mais os temas de trabalho. Acho que agora o faço, mas talvez pudesse ter feito mais no passado.»


Acha que a much. é o lugar certo para si? Candidate-se já e partilhe a sua história!


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